domingo, 30 de novembro de 2008

Regresso Inesperado


Olá Caros/as:

De regresso, resta acrescentar que estamos em época pré-natalícia e, por isso, apropriada para "estoirar" o 13º, 14º e outros 10ºs mais que existam. Também é a teórica época da paz e amor generalizados, coisa que não vemos nas lojas e centros comerciais, pois cada um se degladia a toda a hora pela peça de roupa perfeita, bonequinho do Noddy, ou simplesmete para se degladiar com alguém na mais sagrada época de todas.

HOHOHO,

CMVD

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Mais um dia de depressão...

Mais um dia de trabalho, mais um dia de depressão...


Como diz o meu sábio pai: "mais um dia a contar para a reformas, mas que nunca mais chega..."


Hoje pus-me a pensar, não que isto provoque tornados nos EUA, género efeito borboleta, mas porque de vez em quando convém usar o cérebro...


E a minha reflexão de hoje vai para a precariedade do país em que vivemos. Uma jovem, como eu, que já nem jovem sou, devia poder ter aquilo que os meus pais tiverem na altura: um emprego estável, uma casa, um carro...


No meu caso, e considerando os benefícios acima mencionados, vamos lá ver: trabalho a recibos, vivo na casa do meu pai e pago o carro a prestações! Hummmmmmmm... isto para não mencionar o facto de não poder pedir empréstimos em meu nome, porque não tenho emprego estável nem casa para hipotecar, ou seja, em termos de poder de compra o meu é zero. Agora pergunto-me: em que raio de país vivemos?


Teoricamente eu sou jovem, com um curso superior...


Que mais valias me trouxeram estes factos se colegas de escola, com apenas o 9º ou 12º, estão em melhores situações que a minha? Ainda por cima, a única coisa que lhes posso dizer quando me perguntam de que me serviu o curso, com aquele ar superior/ reprovador, é que este engrandeceu/ enalteceu o meu ser... palavras vãs, se pensarmos que já na altura da escola elas não me entendiam...


Depressão é uma palavra forte, se calhar até demais, porque até ao meu cão eu digo que está deprimido às vezes... A vida de cão também é outra expressão sem qualquer sentido hoje em dia!!!! O meu cão tem uma vida melhor que a minha! Senão vejamos: dorme mais do que eu, ladra ocasionalmente (para mostrar serviço), recebe comida e não tem que trabalhar por ela... ou seja, só tem ganhos!!!! E eu??? Snif, snif!!!!


Deixo-vos com esta foto deliciosa, que retirei da net, que expressa o meu profundo desejo de me tornar num deles (dos cães, claro está!!!).


Boas férias,


CMVD



sábado, 17 de maio de 2008

Até que ponto a música nos influencia?

Nunca tinha pensado nisto, mas de facto a nossa memória prega-nos partidas extraordinárias. Às vezes estou completamente compenetrada em algo, mas, de repente, ouço um som e isto leva-me para longe. A música também já nos uniu um dia. Qual de nós se esquece das loucas noites do DD? Acho que cada música pode ser uma parte significativa da nossa vida... um pedacinho de vida, de memória, de sentimento...
Pode ser a letra, a sonoridade, a voz, ...
Não sou propriamente uma perita, mas há músicas que me despertam a criatividade, que me acordam quando vou a conduzir, que me impelem a cantar...
Já sei o que estão a pensar: "Não cantes, por favor!!!!!!". Não se preocupem, não vou cantar!

Se pensarmos bem, a música talvez seja das maiores e melhores invenções do ser humano. Não que não tenhamos muitas, mas por vezes nem todas são motivo de orgulho. Esta talvez nos acompanhe há bastante tempo e espero que nunca se perca: nova, velha, remixada, reeditada, cd, vinil.. não importa.


Que esta continue a despertar sentimentos, mensagens interiores, despertares...



sexta-feira, 25 de abril de 2008

25 de Abril, que dia!


25 de Abril: para uns dia da liberdade, para outros dia de folga/ férias... Hoje ouvi na rádio que os jovens não conhecem o verdadeiro significado deste dia. Eu sou moderadamente jovem, ou seja, ainda sou nova demais para me chamarem "cota" mas velha demais para me considerarem jovem, até porque já não tenho cartão jovem, essa grande marca de estatuto juvenil. No entanto, consigo perceber o fervor revolucionário e a indiferença de alguns jovens. Eu sou a chamada "filha do filho da Revolução": o meu pai viveu o 25 de Abril, talvez não da melhor forma, ao ter que abandonar a sua casa e bens terrenos em Angola e ter de se mudar só de bagagens, sem armas nem absolutamente mais nada, para Portugal. Por isso, e talvez por, mesmo assim, o meu pai acreditar no conceito de liberdade, este dia seja marcante. Para um jovem comum, este dia é absolutamente irrelevante: não havia playstations, não sabe o que é o fado, e Fátima, muitas vezes. Sabe o que é o futebol, mas mesmo aí vê a liberdade...


o 25 de Abril trouxe a liberdade e isso é bom, mas um jovem nunca se viu privado dela, nem em casa nem na rua. Senão vejamos: hoje, dia fantástico, feriado nacional, sol radiante e esplendoroso... logo, viagem a destino perto do mar, daí Aveiro. Cidade extraordinária mas também grande pólo estudantil.


Assim sendo, e estando a cidade em grande euforia (excesso de calor e de semana académica!), entramos numa pastelaria, para a dose mensal recomendada de doces típicos (mensal significa que tem mais calorias numa hóstia de ovos moles do que todas as outras refeições ingeridas num mês)! Eis quando, porém, deparamos com a seguinte cena: grupo de estudantes a tocar musiquinhas típicas das tunas (so far so good). Entretanto, surge uma rapariga, extremamente ébria (por outras palavras "bêbada que nem um cacho") e começa a interagir com o grupo, a ponto de se sentar no colo de um dos rapazes. Ao sairmos, cena semelhante: um grupo de jovens, a meio do dia, completamente bêbados e ostentando orgulhosamente as suas "bejecas". Pergunto-me: será isto liberdade ou excesso dela? O que dirão os grandes fazedores do acontecimento ao olharem para este cenário? Será que ainda teriam vontade de salvar isto ou que o outro senhor regressasse da cova para exorcizar estes demónios?


Sem radicalismos, expresso-me com naturalidade, como a filha do filho de Abril que sou: não sou pretenciosa, não sou ambiciosa, não sou excessiva, ... Sou, num país onde ser parece ser suficiente e viver se torna cada vez mais insuportável...


Perdoem o meu mau humor, mas, para completar o meu dia, a caminho de casa, parei para ajudar um casal estrangeiro e seus dois filhos, pois tinham a autocaravana avariada. Parei não com a intenção de fazer nenhum arranjo, mas apenas para dar uma "mãozinha", ou melhor, prestar alguns serviços linguísticos. Descobri que eram quase dos antípodas, New Zeland. "Fantástico", pensei eu, já revivendo na mente aquelas paisagens do Senhor dos Anéis. Lá tentei ajudar os pobrezitos, sim, porque avariar um carro no dia 25 de Abril e mais, no meio da pacóvia, prometia aventura... Tentei deixar o senhor na bomba de gasolina e seguir o meu caminho, mas não... o senhor da bomba de gasolina foi tudo menos prestativo. Depois de alguma conversa, lá o convenci a dizer-me onde poderia haver um reboque ali perto. Chegámos ao local do reboque e... surpresa! O 'Tuga tinha ido passear... Ao fazer marcha-atrás, bati com a traseira do carro no muro... lindo serviço (condução de mulher, devem estar alguns a pensar). Entretanto, ideia brilhante. Voltar ao lugar onde ficaram a mulher e os filhos e procurar informações nos documentos dos carros. Mais surpresas... lá consigo fazer com o senhor do reboque: afinal não foi passear, foi fazer um serviço em "cascos de rolha mais velho" e não consegue vir a tempo. Conselho: ligar o 112. Lá ligo, a custo, porque na verdade não se trata de uma emergência... lá peço desculpa pelo incómodo e para me ligarem à BT, que se prontifica para comparecer no local. Lá resolvi, parcialmente, o problema dos "estrangitas". No final pensei: "Quem me manda a mim ajudar os outros? Ainda acabei por dar cabo do carro...".


Lição e moral do dia: Nunca ajudar um estranho em apuros!!!! Brincadeira!!!! Agora a sério: a liberdade é boa, permite-nos o livre arbítrio mas com ele devem vir responsabilidades, considerações, que nem sempre estamos dispostos a cumprir.


Happy 25th April,


CMVD

domingo, 13 de abril de 2008

Amizade


Muito já foi dito sobre a amizade... O que tenho de novo para dizer? Se calhar que o termo se tem banalizado. Hoje em dia somos amigos/as de qualquer um/a...
Eu quando falo em amizade raramente chamo amigo/a a alguém que pouco conheço. Penso que um dos grandes problemas da amizade reside neste busílis. Ser amigo é estar lá, mesmo quando não se está presencialmente. É ser pelos outros, incondicionalmente. Ora, se hoje em dia cada um olha para o seu próprio umbigo e tem a sua própria agenda e planos, como podemos intitular-nos amigos de alguém se pouco ou nada fizemos por essa pessoa? Esse é o pensamento que vos deixo hoje, visto que este blogue também pretende ser um "hino" à amizade que une quatro pessoas. Já reflecti bastante sobre esta questão e acho que a amizade pura é um amor, mas não carnal, não banal, não mundano. É espiritual, é real, é mais do que um mero momento de necessidade. É algo que transcende o ser, que transcende o mundo. Aos meus amigos e às minhas amigas dedico estas palavras, porque nem sempre temos a coragem de as dizer frente-a-frente. A amizade é um casamento, com moldes diferentes, uma vez que podemos encontrar a pessoa em bata ou avental e ainda queremos continuar casados... Talvez seja por isso que muitas amizades duram mais que casamentos. Mas isso levar-nos-ia bastante longe... talvez noutra altura. Já se perguntaram por que razão os namorados/ as namoradas passam pelo escrutínio rigoroso dos amigos/ das amigas do/ da parceiro/a? Possivelmente porque estes são uma segunda família, não menos importante que a primeira, mas diferente. O amigo/ a amiga tem que assegurar-se de que esta nova pessoa merece fazer parte do seu clube exclusivo. Por esse mesmo motivo, a outra pessoa nunca poderá pertencer totalmente. Pode estar perto, mas nunca vai perceber tudo, vai sempre sentir-se um pouquinho desenquadrada. Isto não é necessariamente mau. A exclusividade do clube assegura também a partilha e a confidencialidade de tudo o que é partilhado. Isso sim é a amizade, incondicional...
A Soror e amiga,
CMVD

domingo, 6 de abril de 2008

World Domination 2


Tal como o Pinky e o Brain, sempre foi nossa intenção dominar o mundo e arredores, ou melhor, dominar o Universo com as nossas ideias e planos.
Assim, esperamos que este blogue sirva de exemplo de como conquistar os outros pela paz, alegria e diversão.
Enjoy,
Soror CMVD

sábado, 5 de abril de 2008

world domination


É verdade, a Congregação nunca desapareceu, sempre esteve no anonimato a desenvolver as suas teorias, a aperfeiçoar os seus métodos, a criar estratégias para, no momento certo, voltar a ressurgir...
O nosso objectivo é modesto, simples e claro: WORLD DOMINATION (deve ser lido com o toque assombroso de piano e com um riso maquiavélico no fim).
Como nos propomos fazê-lo?? Ah Ah Ah, se vos dissessem teria que matá-los a todos. Por isso, não vou dizer que vamos começar pelo país mais original do mundo, aquele onde também nem tudo o que parece é, que tem um prestígio mundial inabalável, mais moderno e tecnológico, com tropas espalhadas pelos quatro campos do mundo. Aposto que já estão a dizer o seu nome nas vossas mentes... Não, não é o Burundi (duhh!!) Sim, Portugal!!! (novo riso maquiavélico).
Vamos drogar as vossas mentes, conspurcar o vosso espírito, tornar Portugal um país com 10 milhões de esfregados e de associados... Depois, depois o mundo será nosso!! AH! AH! AH! (riso maquiavélico mais forte que os outros)
Be affraid, be very affraid... Até breve...
KOREDUS FOREVER

Mensagem de Abertura

Bem-vindo(a) à Kongregação KOREDUS, onde nada do que parece é.
A Kongregação começou as suas reuniões em inícios de 1998, mas até hoje permanece nos nossos corações.
Mesmo longe de tudo e todos, que este blog sirva de ponto de contacto.
A soror,
CMVD